Fazer “resumão” das minhas notas, que deveriam ser diárias, virou uma constante, porque tenho estado tão focada nos estudos offline que atropelei tudo: nos últimos dias meus estudos estão direcionados à prática de pronúncia, sobretudo nos idiomas mais desafiadores, como sueco, cantonês e galês.
Além disso, estou tentando finalizar a organização dos decks do Anki, assim como a versão física dos mesmos. Também tenho praticado a escrita de ideogramas simplificados e tradicionais.
Hoje os estudos foram focados em compreensão auditiva, pronúncia e leitura em cantonês e grego moderno. Em espanhol e galês, a prática se concentrou apenas na escuta.
Para o cantonês, utilizei o livro da série Complete Cantonese (Teach Yourself) e o FSI Cantonese Course. No grego moderno, tenho utilizado o Easy Greek para a criação de materiais voltados à prática oral no idioma.
Toda vez que me deparo com um som estranho, que não consigo entender, procuro o artigo da Wikipédia referente ao idioma que estou estudando (por exemplo: “fonologia do galês”).
No último dia 17 de fevereiro, começou um novo ciclo: o Ano do Cavalo de Fogo (丙午). E, como acontece a cada virada do calendário lunar, bastaram poucas horas para que as redes sociais se enchessem de interpretações prontas — quase sempre organizadas na mesma fórmula:
O Cavalo simboliza dinamismo, iniciativa e expansão. Com a influência do elemento Fogo, o ano promete energia intensa, transformação, liberdade, ousadia, paixão e criatividade, com atenção à impulsividade.
Ou seja, a estrutura é familiar: um arquétipo forte, uma sequência de palavras vibrantes e uma previsão ampla o suficiente para servir a todos.
Aviso aos navegantes!
Esta postagem não nasceu do desejo de polemizar essas leituras — mas de propor uma perspectiva um pouco mais estrutural, talvez mais silenciosa, sobre o que realmente significa atravessar um ciclo como este.
Hoje tentei reorganizar os infinitos decks de sueco no Anki, fiz simulados do HSK, revisei a Unidade II do livro Complete Greek, da série Teach Yourself, e realizei exercícios práticos de compreensão e leitura.
Como havia comentado na primeira edição da newsletter, Versão Legendada é meu projeto pessoal de aprendizagem autodidata de línguas estrangeiras, incluindo as minoritárias, que apresento ao “mundo virtual”.
Por lá, as trocas serão um pouco mais detalhadas, por aqui, ao contrário, serão bem mais pontuais e breves, mas com propósito. Afinal, o que interessa é aproveitar o processo: errando, acertando e recomeçando.